Como surgiu a margarina?
Tudo começou em 1869, quando Hippólyte de Mège Mouriés, um assistente de farmácia e investigador, ganhou um prémio oferecido pelo governo de Napoleão III por descobrir um produto similar à manteiga, mas de origem vegetal.
Como surgiu a margarina?
Após várias experiências, Mège conseguiu produzir uma nova gordura, proveniente da extracção de um líquido oleoso denominado “óleo margarina”, que seria a base e origem do novo produto. Nasceu assim a margarina.
A denominação da palavra margarina vem do grego margaron que significa “pérola” (em virtude do aspecto perolado apresentado pela invenção de Mège Mouriés). Ao longo do tempo, as margarinas e cremes vegetais para barrar têm vindo a diversificar-se.
Constituídos por óleos 100% vegetais, existem vários produtos que se adequam aos diversos gostos dos consumidores. Na sua produção, actualmente, são aplicadas as últimas recomendações científicas como por exemplo a redução dos teores de gordura total, privilegiando as gorduras polinsaturadas (as gorduras boas).
As margarinas e os cremes vegetais para barrar são de origem vegetal e isentos de colesterol
Conheça os benefícios das margarinas e cremes vegetais
É um alimento de origem vegetal.
Várias instituições ligadas à saúde e à nutrição recomendam a substituição de gorduras saturadas de origem animal, como, por exemplo, a manteiga, por gorduras insaturadas de origem vegetal como a margarina e os cremes vegetais para barrar.
Não contém colesterol, nem gorduras hidrogenadas (trans), as gorduras más para a saúde
Fonte de vitamina D, essencial para absorção do cálcio com menos calorias do que outras gorduras como o azeite e a manteiga, os cremes vegetais são especialmente adequados para uma alimentação saudável e equilibrada
Fonte de vitamina A, importante para o sistema imunitário, visão e pele saudáveis.
Com um teor de sal progressivamente reduzido, as margarinas e os cremes vegetais estão cada vez mais saudáveis e equilibrados
Fonte de vitamina E, forte poder antioxidante
Contém gorduras polinsaturadas (ómega 6 e 3, ácidos linoleico e linolénico), ou seja, gorduras essenciais, que o nosso organismo não consegue produzir, mas que são fundamentais ao seu bom funcionamento e só se obtêm na alimentação




